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quarta-feira, junho 25

Love never felt so good

Baby, love never felt so good
And I doubt if it ever could
Not like you hold me, hold me
Oh baby, love never felt so fine
And I doubt if it's never mine
Not like you hold me, hold me
And the night is gonna be just fine
Gotta fly, gotta see, can't believe
I can't take it

'Cause baby, every time I love you
It's in and out of my life, in out baby
Tell me, if you really love me
It's in and out of my life, in out baby
'Cause baby, love never felt so good


Viciada nesta música, para lá de boa e ao lembrar de quando a ouvi ao vivo no rir, para lá de boa.

quarta-feira, fevereiro 5

Amesterdão

Já tirei esta cidade da lista ali ao lado de sítios que quero muito muito muito visitar.
Que dizer desta cidade enorme...é grande! Agora a sério, é uma cidade que tem tanto de charmosa como de confusão. Adorei a cidade, confesso que não estava à espera de tanta confusão, especialmente do stress que é andar a pé pela cidade. A diferença entre ciclovias, passeios e até mesmo estradas é por vezes confusa e digamos que os ciclitas são completamente insanos e suicidas mesmo. Talvez tirasse algumas das bicicletas que povoam a paisagem da cidade, aparte disso não desilude. 
Frio esse estava muito, e ainda assim tivemos sorte de terem estado temperaturas mais altas dos últimos tempos, 6ºC, wuhu. Oferta de comida, isso é variada, com muitos restaurantes argentinos, conseguimos jantar num com uma empregada portuguesa como não podia deixar de ser. Ir à casa de banho, poucos são os sítios onde não se pagam menos de 0,25€, a linha de transportes é para lá de boa, funciona bem e a rede mesmo à noite está bem conseguida e nunca se espera mais de 10 minutos. Recomendo vivamente comprar-se o bilhete de 48h para quem lá esteja de fim de semana pois permite andar em todos os transportes durante 48h seguidas. 
Visitámos a casa de Anne Frank...hmmm...tem alguma mística, sim tem. Mas a meu ver falta muita coisa, pois não mais é do que um documentário apoiado em imagens e texto ao longo das paredes de uma casa vazia. Atribuem o estar vazia ao facto de ter sido assim que os Nazis a deixaram e como tal pelo simbolismo assim se manteve. Não sei, estava sinceramente à espera de muito mais.
O moinho de Goyer, pois que se não o virmos também não se perde nada, mas pronto, não deixa de ser um moinho tipicamente holandês.
A experiência Heineken, pois essa cumpriu o prometido e até uma cerveja bebi somando os copos que deixei a metade, não é assim tão mal afinal a cerveja. E a experiência em si é de facto uma experiência, mais do que museu e como fazer cerveja, é dançar, fotografar, karaoke and so on.
Fizemos um free tour que vale a pena se estiverem para aí virados, eu cá confesso que estava com demasiado frio nessa manhã mas o pouco que ouvi permitiu-me saber algumas coisas sobre a cidade, fiquei deveras intrigada com o edifício o qual chamaram de Balança.
As cofee shops são mais que muitas, excepto quando se quer ir a uma...Mas o que me fascinou foram as imensas lojas de coisas diferentes e criadas pelas pessoas da cidade, haja euros para tudo. 
O flower market é uma doçura, mas queria ver mais flores, se bem que tendo as minhas favoritas já me dei por feliz. Verdade seja dita, se lá vivesse a casa estaria sempre cheia de tulipas, ao preço que lá custam...Agora é torcer para que os bolbos que little sis me ofereceu cresçam e me façam muito feliz. A melhor loja da cidade está neste market, uma loja de natal onde me perdi e me encantei como se voltasse a ter 5 anos.
A estação central, o palácio e o Rijkmuseum são por si só edifícios imponentes e majestosos, tal como toda a cidade muito bem cuidada e de fachadas de me perder. Digamos que os canais dão um certo charme à cidade.
O que não gostei além do custo de vida? Da red light. Passámos uma primeira vez ao final do dia e no free tour pela manhã e posso dizer que achei demasiado degradante para lá querer voltar ou sugerir a alguém que lá vá. Não consigo aceitar que em montras forradas a azulejo manhoso, com ar de casa de banho haja uma rapariga em pé ou sentada de telemóvel na mão ora a rebolar-se para atrair clientela ora sentada com ar de enfado. Mais do que o ar de enfado é o ar de vazio e ver miúdas mais novas que a minha irmã naqueles preparos honestamente não gostei nem um bocadinho. Além disso mais nada é do que lojas para ver shows porno ao vivo e pouco mais. Red light é um must not see, não se perde nada.
Zona vermelha à parte, ninguém pode passar sem visitar a cidade e fazer um cruzeiro pelos canais.
Se lá viveria? Não, mas adorei ainda assim. Agora só lá tenho de voltar com calor para desfrutar de outra forma.


Bicicletas e mais bicicletas

Uma das muitas lojas de queijo

Flower market

Central station

Condomerie store (loja de preservativos)


A "Balança"



Casa barco

Heineken experience

Família doida

quarta-feira, setembro 4

E já vai na altura de actualizar este blog, que a preguicite aguda que se instalou por aqui está difícil de vencer.
A nossa viagem correu bem, mesmo com um sol tímido nos primeiros dias. Algum vento, como típico daquela ilha, mas ainda assim só bem vindo quando o sol aparecia. Água límpida, junto ao hotel com algumas rochas e de areia escura. Sem sombra de dúvida que as praias mais bonitas são as do norte da ilha na zona de Corralejo. A água essa podia ser um pouco mais quente, ou então menos vento, especialmente quando eu queria entrar ou sair da água.
Embora tenha gostado, não creio ter ficado com aquela paixão que muitas vezes ficamos por determinado sítio para lá voltar um dia.
O melhor companheiro de viagens

A praia em frente ao hotel no dia nublado que apanhámos

Como não podia deixar de ser lá me espalhei eu, com direito a cortes nas mãos e tudo depois de escorregar no limo das rochas

E tudo na ilha era assim, árido e desértico

A foto a pensar em quem tanto adorou esta foto

Salsichas ou pernas em Corralejo?

Foto cliché em Corralejo, bastante vestida para a população envolvente

A foto não faz jus mas as dunas eram enormes e belíssimas para se descer em grande speed

Mais paisagem vulcânica da ilha

Salsichas a torrar à beira da piscina

quarta-feira, setembro 12

Férias *2

Pois bem, relativamente às nossas férias. Correram muitooooooooooooo bem. Souberam muito bem, pois foram basicamente dormir, comer, praia, comer, piscina, comer, mais praia/piscina, comer, e não fazer nada. Foram as férias do não fazer nada como tanto já precisávamos. Nós até há algum tempo que nos fazia confusão gastar dinheiro em férias de não fazer nada, mas a verdade é que água como aquela não temos cá e portanto lá aproveitámos a bela da promoção. A quem achava que estávamos a arriscar ir para um 3 estrelas na Tunísia, pois bem, não houve risco algum. O hotel era óptimo, não era 5 estrelas, mas deu perfeitamente para as nossas necessidades. Tirando as melgas (que fazem parte das espécies daquele país), houve sempre comida, bom tempo (mesmo estando no Inverno tunisino) com muito calor até à noite, água quente e uma experiência cultural para não esquecer.
Andar pelas ruas, sair do hotel, andar de táxi (a preço da chuva), andar de boleia, regatear...muitas recordações boas e colocá-las todas aqui é impossível. De salientar os olhares que percorrem as mulheres europeias, alguma confusão em ver as mulheres tunisina e especialmente as libanesas a tomar banho vestido e algumas delas com fatos de banho da cabeça aos pés, até a cobrir os cabelos.
Ir no ferryboat para chegar ao continente foi uma experiência e tanto, chegar ao deserto é algo que nos invade e que nos apercebemos o quanto somos pequenos no mundo. As fotos não fazem jus à magnitude do que observávamos e andar de dromedário na entrada do Sahara...pois, é uma experiência e tanto.
Na praia via-se de tudo, camelos, cavalos (até mesmo dentro de água)
As motas tunisinas, dignas do ferro-velho, esta era a do padeiro.

Entrada do deserto do Sahara, sorte a nossa que o dia estava fresco (sendo que fresco significa, não muito quente)

 Especiarias e mais especiarias, de cores e cheiros.

A nossa praia em Djerba

Eu em modo obesa em cima do meu dromedário.

Djerba um óptimo destino, recomendo!

domingo, maio 13

De franja cortada, sabrinas calçadas, saia rodada e lá vai ela feliz e contente à feira do livro. 
Objectivo principal, recuar no tempo e desfrutar de um delicioso algodão doce. Foi voltar à infância. E que bom que foi...

quinta-feira, setembro 15

Hoje é o primeiro dia de aulas de muitas crianças...eu já pouco me recordo desse dia. Fazendo esse exercício recordo que a minha sala era a 1, eu e outras crianças entrámos na sala, umas crianças pulavam, havia uma que chorava desalmadamente, a Mónica. Ao fundo da sala estava a Professora Nazaré, que viria a ser nossa professora durante 4 anos. Aquela professora de ar amoroso, quase maternal e de voz grave consumida pelo tabaco envolvia a sala. Enquanto escrevo isto vem-me à memória o cheiro da sala de aulas, aquela mistura do material da sala, com aparas dos lápis e tantas outras coisas que tornam o cheiro das escolas tão característico. Foi-nos dada uma lista de coisas imensas e brincámos, e pintámos. Foi um bom dia de escola e os 4 anos seguintes dos melhores da minha vida. 
O que eu adorei andar na primária...brincar com aquela plasticina que rapidamente endurecia, mas nós fazíamos cestinhos com ovos no interior, pulseiras e relógios e tantas outras coisas; os livros do Pim-pam-pum...acho que era assim o nome; o que eu adorava a almofada e o pico...percebo o que levou a tirar isso do ensino mas era tão divertido. Depois de contornar o desenho com o pico era tão giro ver o outro lado da folha o relevo estampado na folha. 
Ai que saudades!!

sábado, maio 14

Quem não tem saudades das festas de aniversário em criança?
Eu tenho e muitas, e não me refiro apenas das minhas festas, mas também daquelas para que era convidada. 
Havia lá coisa melhor do que a um sábado ou domingo depois de almoço ir até casa de um/a amigo/a e chegar a uma casa onde existe uma mesa carregada de coisas que hoje não têm o mesmo sabor. Recordo-me dos pães de leite com fiambre (sim, que nessa altura não comia com queijo), da gelatina de morango, do pudim, do sumo de laranja Tang, e de tantas outras coisas que nos faziam chegar a casa sem apetite para jantar. E os bolos de aniversário, eram mágicos, não se explicar porquê mas eram realmente mágicos. Depois de se petiscar era hora de ir brincar, ora para a rua, ora em casa para o momento alto das festas de aniversário...o quarto escuro. Como eu gostava desse jogo e de sentir aquela comichão na barriga quando o escuro não nos permitia ver o que procura ou quando éramos nós a procurar. Eram tão engraçados e tranquilos esses momentos.

quarta-feira, março 9

Recém chegada de Londres estou já preparada para fazer o balanço de uma cidade para a qual fui com as expectativas a zero...Hmmm, pois bem não desgostei da cidade, mas também não me apaixonei. Tem uma arquitectura e fachadas muito interessantes que me fizeram olhar bastante para cima e deliciar-me, a cidade é limpa e algo cuidada, os transportes funcionam relativamente bem independentemente da hora (se bem que as bilheteiras são uma grande treta), os enormes parques conferem uma qualidade de vida diferente da que estamos habituados. Mas vá eu confesso que não detestei da cidade, mas honestamente falta-lhe algo, um certo charme que não a correria de uma cidade que é apelidada uma das capitais mundiais, falta-lhe algum tacto e simpatia dos seus habitantes. Sim, isso é algo que ainda me causa urticária, a falta de simpatia ou vá, de pelo menos um sorriso dos ingleses, são uns idiotas chapados...excepto uma senhora da loja de roupa de criança e um senhor de uma loja de fotografia, os restantes com que me cruzei e a quem lançava um sorriso ou um "obrigada" simplesmente eram umas bestas. Às tantas deixei de sorrir e de agradecer pois daí só vinha alguma frustração minha com tamanha antipatia. Não me venham falar de cultura...badamerda para isso que para falta de educação não tenho paciência, pois não me esqueço da grande besta que me ia arrancando o ombro com um encontrão que me deu no metro e ao ver que fiquei aflita e olhando para mim não foi capaz de produzir qualquer som. Se tivesse que atribuir uma personagem aos ingleses seriam aqueles horrorosos que aparecem no filme do senhor dos anéis que apenas servem para as batalhas.
Aparte a minha má língua sobre os habitantes daquela cidade eu até gostei, mas sinto que gostaria de ter feito certas coisas, como sentar num parque um pouco a apreciá-lo, sentar numa pastelaria inglesa e lanchar uma daquelas delícias que apareciam nas montras...gostaria de sentir mais um pouco a cidade.
O inesquecível da viagem, as duas miúdas portuguesas a cantarem ópera no Covent Garden...amazing!
Terei de voltar a Londres para fazer o que me falta, além do já descrito ver o musical Wicked...ai, como eu queria!! 
Termino este texto dizendo que embora Londres tenha o seu "quê" de interessante, não me convenceu face a todo o alarido à volta desta cidade.

segunda-feira, fevereiro 7

O fim-de-semana passado encontrei um parque infantil abandonado, igual aos que existiam quando era eu ainda uma pirralha magrela de joelhos esfolados. O que delirei com aquela visão. Embora estivesse invadido pelo tempo e pelas ervas, via-se por baixo de toda aquela confusão os baloiços metálicos, enferrujados. Que saudades que eu tenho daqueles baloiços que nos deixavam as mãos a cheirar a ferrugem, em que nos queimávamos nas tardes de verão de tão quentes que estavam, dos sapatos carregados de areia por muito que se sacudisse. Longe vão esses tempos...os agora parques-infantis são uns coquetes de chão anti-queda com baloiços de plástico e madeira bonitinhos que de nada experienciam o mesmo que aqueles ferrugentos nos davam. As horas passadas a subir e descer o escorrega, as quedas e o baloiçar do sobe-e-desce, as macacadas e tonturas ganhas naquele baloiço que rodopiava sem do mesmo lugar sair. Tenho saudades desses tempos e desses parques. Pena que a nova geração não tenha a possibilidade de os conhecer tal como a minha geração teve.

terça-feira, novembro 16

Eu sou do tempo da Pequena Sereia

Por vezes há coisas aparentemente tolas que surgem como correntes no facebook e se o primeiro pensamento é "que parvoíce", rapidamente tudo se desvanece quando se dá conta das imensas fotos de desenhos animados, alguns dos quais já nem me lembrava. Para mim esta "corrente" foi uma invenção deliciosa, com expressões do género "eeeee, gostava tanto deste", "txi, já nem me lembrava deste". Muitos ficaram por ver e relembrar, mas ainda assim foi bom recordar alguns dos melhores desenhos animados de sempre. Sim, porque quem se sente um pouco a ver tv infantil apercebe-se das coisas sem graça que agora invadem o ecrã, com bonecos feios e histórias pouco atractivas. Porque já nada é como era, pelo menos neste aspecto podia-se manter. Mesmo os filmes da Disney, embora tenham evoluído bastante, fugiram bastante ao que nos foram habituando enquanto crescíamos. Deixaram de existir as princesas Disney, as histórias fantasiosas, as bandas sonoras geniais...clássicos! Não recuso a evolução, só defendo que pelo menos a Disney devia manter um pouco a "raça" a que nos habituou, a quem nasceu na década de 80.

sábado, agosto 21

Leio este post e desfaço-me em mil pedacinhos. Algo me tem desinquietado ultimamente e eu sei bem o que é. A falta, a falta de pessoas importantes na minha vida, as âncoras! Por vezes queria mesmo que houvesse uma máquina do tempo que permitisse estar com essas pessoas só mais um pouquinho e lhes pudesse dizer o quanto gosto delas e a imensa falta que me fazem. O tempo dizem que cura todas as feridas, eu cá, só sei é que não volta atrás. Restam-me as recordações que essas ajudam a matar um pouco a saudade, mas não me enchem a alma. 
Falta-me algo...

domingo, julho 11


Lembro-me como se fosse ontem, das semanas de tortura em que não me foi revelada a surpresa. A surpresa de um concerto incrível e ainda mais na melhor das companhias. Creio nunca ter agradecido publicamente neste meu canto o quanto amei a surpresa que fez há pouco tempo um ano em que fui ter contigo a tua casa, que bem que estavas, muito elegante! 
Este concerto fez e estas músicas ainda me fazem lembrar um serão nosso naquele sítio...trully special.

quarta-feira, março 31

Reciclagem

Quando crescemos ganhamos a capacidade de extinguir pessoas que não nos interessam para nada na nossa vida. Essas pessoas deixam de existir e de vez em quando ouvimos falar delas, ainda podemos sentir alguma saudade...mas esperem...se a amizade já não existe, nem as recordações boas salvam qualquer réstia de saudade.
A essas pessoas resta-nos desejar tudo de bom e que estejam cá para nos ver triunfar na vida. Porque crescemos e não precisamos de ter uma lista alargada de amigos, só quem realmente interessa. E os que interessam fazem parte do meu círculo, bem restrito, mas muito rico!!

sexta-feira, janeiro 22

Ursinhos Carinhosos


Creio que poucas sabem, mas eu Adoroooooooooo os Ursinhos carinhosos. Quem não se divertiu com eles, a vê-los à tarde na tv, eu própria cheguei a alugar os filmes deles no clube de video. O que eu delirava, e deliro com estes ursinhos amorosos. Claro está que andei a babar com os vídeos que existem pela net, especialmente o video de abertura em português do Brasil claro está, que em português de Portugal tira toda a magia aos bonecos. Pois eu ainda sou do tempo em que as dobragens eram feitas em português do Brasil.
E a ti minha irmã que não viveste nesta altura não percebes a magia dos ursinhos carinhosos e mesmo eles não sendo todos ursos, são todos ursinhos carinhosos...tenho dito!!
Os ursinhos carinhosos,
estão aqui para ajudar.
Os ursinhos carinhosos,
se precisar é só chamar.
E hoje, comprei umas calças lindas com os meus adorados ursinhos carinhosos...doidices eu sei!

quarta-feira, dezembro 30

2010

Dizem que esta é aquela altura do ano, tal como no aniversário, em que devemos olhar para dentro e avaliar o que conquistámos, o que fizemos e o que deixámos por fazer e o que se pretende fazer no próximo ano. Olhando para o meu 2009 eu consegui ter tudo o que tinha pedido...
- regressar a lx, pois bem estou de volta e para ficar (acho...eu quero pelo menos...a não ser que fosse para ir para um grande hospital em Angola);
- encontrar o amor e sim encontrei-o...aliás sempre esteve à minha frente, andávamos era com a visão meia turva;
- ir a Barcelona, este foi um desejo adiado de 2008, mas consegui e agora tenho que começar a pensar no sítio onde desejo ir a seguir...hmmmm...Açores! Por respeito e consideração pela Mada acho que 2010 será o ano que visitarei o seu país...logo se vê;
- voltar a desenhar, e este natal consegui, graças a ti;

Para 2010 o que pretendo pedir que se concretize...
- começar a receber o ordenado em atraso desde Outubro;
- ir comer à roulotte do TiZé que nunca tive coragem de o fazer;
- terminar a minha parede, só faltam apagar as marcas de lápis;
- ir ao gato preto comprar chávenas de café (se bem que para isso dependo do primeiro desejo);
- mudar de carro, se bem que preferia comprar chávenas de café...
- deixar a educação e começar a trabalhar na saúde, fogo o quanto eu anseio por isso...poder trabalhar numa sala decente sem ter que fazer terapia em balneários e salas de arrumações e sem ter que ser sempre o mesmo tipo de casos em mãos;
- mudar todas as fotos que tenho na parede do quarto;
- inscrever-me num desporto qualquer, se me lembrar a tempo no ballet como sempre quis ou então no yoga, ou em ultimo caso na natação, preciso é de mexer que a banheca começa a notar-se;
Bolas, é melhor não continuar que há aqui com cada desejo mais complicado! Ainda por cima a maioria depende de terceiros, especialmente no que toca a trabalho e a ordenados.
2010 podes chegar que estou preparada para te receber e que o ano que aí vem seja melhor para todos que este que está a terminar.


Boas entradas e um 2010 com Muito trabalho, Muita saúde e vá se possível muitos trocos, porque Amor e Carinho já se deseja sempre!!

quarta-feira, dezembro 23

Xmas Dinner

Ontem tive um jantar como sempre, divertido e de fazer bem à alma. Há já alguns anos que a nossa tradição se mantém, encontramo-nos uma noite para café ou jantar e a nossa troca de presentes. Este ano como não podia ser excepção lá fomos nós e o que nos rimos e conversámos...já tinha saudades e que esta tradição se mantenha por muitos e longos anos, nós já cheias de artrite a abrir os presentes. Nessa altura a conversa já deve ser diferente...hope so!!
Agradecida pela companhia e claro pelos presentes, adorei a caneta gravada, adorei o porta-moedas e adorei a pulseira, obrigada.
A ti que tiveste que sair mais cedo, não ouve problema nenhum que nós percebemos que foi por uma boa causa!!

quinta-feira, novembro 26

Christmas time

O Natal chegou, a minha altura preferida do ano chegou. Eu confesso sou viciada em natal, não nos presentes porque esses gosto mais de oferecer do que receber nesta altura. Mas sim do ambiente, das luzes, da pseudo-paz naqueles dias. Eu gosto, sempre gostei desde pequenina e ao final de 25 anos o gostinho mantém-se. Infelizmente com o passar dos anos o rebuliço da véspera de natal antes de abrir os presentes já passou mas deliro com a noção família desta época. Não me venham com a história de que natal é quando um homem quiser, porque se assim fosse não teria piada. As luzes de natal já começaram a invadir a cidade e este ano estão mais espalhadas por todo o lado e eu gosto muito do que vi até agora. Só dispenso as decorações de alguns shoping's, mas enfim não se pode ter tudo. Desde que o cheiro a lareira invadiu a minha casa que sinto ainda mais a época que iniciamos agora. Ai como eu gosto do natal!!!

Agora reparo, acho que encontrei a resposta para esta minha loucura pelo natal..."christmas", eu sou cris, logo está tudo relacionado, ihihihih.

quarta-feira, junho 24

Um olhar sobre Barcelona

Como o prometido é devido e como as minhas amigas são um tanto ou quanto insistentes lá tive que arranjar um pedacinho para colocar aqui alguns dos pontos que visitámos. Aviso desde já que é preciso estar na cidade para se sentir aquele ambiente que nos causa aquele sentimento de querer voltar!


O edifício do qual não descobri o nome, mas que tem uma arquitectura peculiar.
Como não podia deixar de ser a Sagrada Família, vale a pena visitar e subir ao cimo para ver a vista sobre a cidade.

Cartaz à entrada da Catedral de Barcelona que apenas vimos de fora devido às restrições no vestuário...falhámos no dress code.

Um dos muitos homens-estátua na La Rambla, não Ramblas!

A minha "coisa" favorita em Barcelona, a Fonte Mágica. A determinados dias esta avenida está iluminada com vários repuxos de água, onde ao fundo se vê uma enorme fonte onde as luzes e som variam com o dançar da água na fonte. Por trás da fonte um edifício com variadas cascatas, num jogo de luzes muito interessante. As fotos não fazem justiça ao belo que é esta fonte...Amei!!



O Arco do Triunfo, q.b. de interessante, why not to see?!

A minha segunda "coisa" favorita, a Casa Batló de Gaudi, adorei!!
Apenas um pedacinho do interior da Casa Batló, pormenores são mais que muitos, recomendo vivamente!!

Telhado da Casa Batló, só mesmo Gaudi para fazer um telhado destes.

Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, vulgo MACB, este não recomendo, a não ser que se goste mesmo muito de arte contemporânea. Este museu fez-nos ver que qualquer coisa pode ser arte.

Mercado La Boqueria, onde a ASAE teria muito que se entreter, mas vale a pena visitar pela diferença nas bancadas onde são altamente organizadas e com bom aspecto.
A bancada que causa sensação, gomas e mais gomas, e mais gomas!!

La Pedrera, mais um edifício de Gaudi que vale a pena visitar.

Como não podia deixar de ser, mais um telhado à Gaudi na La Pedrera.

Parque Güell, o meu segundo sítio favorito em exéquio com a Casa Batló. Debaixo destes pilares tive uma experiência extrassensorial quando sentada ao fresco se ouve uma viola de fundo...inexplicável.





Casa Museu Gaudi no Parque Güell, não recomendo, não vale mesmo a pena visitar.


Bairro Gótico, fiquei fã! Era preciso estar lá para sentir aquela atmosfera...Gosto!

O vídeo a seguir foi de um dos muitos musicos de rua que se viam pela cidade. Este estava a tocar no Parque Güell um instrumento chamado "hand..."(qualquer coisa), onde o som é incrível.

Aqui ficaram pedacinhos e apenas isso mesmo, pedacinhos de Barcelona. Muitas mais coisas foram vistas e outras tantas sentidas. Recomendo vivamente a visita a esta bela cidade.
Importante salientar que as boas companhias que partilharam comigo esta viagem também fez toda a diferença, cada um à sua maneira marcou esta minha viagem, obrigada a todos.